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quinta-feira, 7 de junho de 2012

A primeira citação ao meu trabalho.



Esta foi a primeira citação ao meu trabalho....
Eisenberg & Redford 1999. Por azar (ou descuido) fui citado como Gomez 1991..meu nome é Gomes.
Mas a interpretação do que escrevi também continha vários erros...isso é a ciência.
Esses autores compararam meu trabalho com Gardner 1993.
Mas nem tudo foi compreendido.
A citação dos meus grupos de espécies ficou assim:

Grupo
   -M. domestica correspondia a M. domestica de Gardner 1993, OK !

Grupo 
   -M. glirina correspondia a M. brevicaudata de Gardner 1993 (ficou registrado na literatura por Eisenberg & Redford que eu em 1991 tirei M. glirina das listas de sinonímia desde sua descrição e revalidei esse nome, mesmo assim...mesmo estando lá...vários autores têm ignorado essa citação ! Todos os autores da época continuavam a ignorar M. glirina, e autores posteriores ignoraram essa referência ao meu trabalho).
   -M. touan correspondia a M. brevicaudata OK !
Tratei M. touan como espécie válida por desconhecer a variação dessa espécie naquela época.
Mas a correspondência estava certa.
   -M. amazonica (sp1) minha espécie nova, obviamente sem correspondência.

Grupo 
   -M. emiliae OK !
   -M. obscura. Minha outra espécie nova. !

Grupo 
  -M. brevicaudis correspondia a M. sorex (com dúvida).
Eu considerei M. sorex como sinônimo junior de M. dimidiata, vejam na minha lista de sinônimos dessa espécie.
Os outros autores misturavam M. sorex (= M. dimidiata) com M. henseli (= M. brevicaudis).
   -M. dimidiata OK ! No que importava mais....sem problemas.

Grupo 5 
  -Nesse grupo (grupo M. adusta) aparece a maior confusão...Minha M. brevicaudata era o que eu pensava ser "o primeiro nome válido de M. adusta" pois na descrição original a cor da pelagem era rufu fuscum e foi redescrita mais tarde por Schreber (1778: 549) como "marrom-café". Como a descrição de Schereber era mais acurada tomei-a como base e interpretei como parecia...a única espécie que se apresentava na época com uma coloração marrom-café era M. adusta de Thomas. Mas não fui compreendido até hoje, apesar da lista de sinônimos. Isso mostra como existem muitos descuidos nesses trabalhos ! E a confusão continua !
  -M. rubida correspondia a M. rubida. Mais uma confusão...isso não estava totalmente certo, pois M. rubida de Gardner 1993 incluía M. americana, e eu considerei M. rubida como válida na época.
  -Monodelphis macae (sp3) sem correspondência. Minha espécie nova.

Grupo 6 
   -M. americana não correspondia totalmente...
   -M. iheringi provavelmente OK !
   -M. scalops não correspondia totalmente...
   -M. umbristriata também não correspondia totalmente.

Essa foi a primeira citação ao meu trabalho de Revisão Sistemática do gênero Monodelphis.

terça-feira, 8 de maio de 2012

"Revisão Sistemática do gênero Monodelphis"

I see my "Revision of the genus Monodelphis" not as a taxonomic work simply.... but I took it to the ultimate consequences ... it's my life's work !  Nelson Fernandes Gomes
And many fruits came .. and keep coming!
Eu conseguirei com a ajuda de DEUS e de meus amigos !
Um trabalho que cresceu muito...prosperou, mas minha vida se tornou uma vida miserável sob o ponto de vista financeiro...eu não sou ateu como muitos biólogos que conheço....creio que Deus me recompensou com essa obra que tanto me orgulha !

Planejo um livro na NET que terá, além da Revisão do Gênero Monodelphis com todas as espécies, uma visão geral da evolução de todos os marsupiais pelo menos até as relações entre os gêneros. A biogeografia do gênero e as consequências maiores dessa análise biogeográfica, incluindo comentários sobre a deriva continental e comparações com outros grupos de mamíferos. Exatamente o que vocês poderão apreciar nos meus BLOGs e Álbuns do FLICKR.

Minhas ideias já existem e estão aí....TÊM SIDO o meu legado !