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terça-feira, 14 de julho de 2015

My reconstruction of Pakicetus - CETACEA Ancestral


EVOLUTION OF THE CALCANEUS in FERUNGULATA


EVOLUTION OF THE ASTRAGALUS in FERUNGULATA


Inia geoffrensis -  O boto-cor-de-rosa, diferentemente de outros CETACEA, possui um pescoço, e pode virar a cabeça para os lados. Compare com o corpo do Pakicetus (que foi baseado num porco do sudeste asiático). As proporções são muito semelhantes. O corpo se dobra exatamente na região da genitália e ânus (situados abaixo da nadadeira dorsal). Como a evolução funciona ? "A EVOLUÇÃO É PERIFÉRICA" !


Minha reconstrução de Pakicetus sp.



HIPPO-PIG  fragmentation, like the NATURE is !

Pigs, hippos and dolphins have skins with thick subcutaneous fat.
Eu divido os ARTIODACTYLA em 2 subordens:
1) Subordem: SUICETACEA
2) Subordem: RUMINANTIA

SUICETACEA é um novo táxon que estou propondo. Reúne os Cetacea + SUINA (hipopótamos e porcos).

sexta-feira, 27 de março de 2015

EUTHERIA - FERUNGULATA (Carnivora-Artiodactyla-Perissodactyla)

ARBOREA - FERUNGULATA  (CARNIVORA-ARTIODACTYLA-PERISSODACTYLA) CANINES

Eu acho muito intrigante que existam vários casos de caninos muito desenvolvidos entre os Ferungulata. Casos como a morsa (Odobenus) e o narval (Monodon), por exemplo. Não existe uma continuidade filogenética, são casos isolados dentro de seus grupo, são evoluções localizadas, e nesses dois casos os dentes ficaram excepcionalmente longos, principalmente no narval.
Desconheço alguma coisa parecida tanto nos Cetacea, como nos Pennipedia, além desses, claro. Seria algo como uma "tendência" entre os Ferungulata? Veja este LINK.
Os caninos desenvolvidos de Smilodon também podem ser considerados como uma evolução especial. No entanto entre os Suina parecem representar algo mais abrangente, pois esse tipo de crescimento é observado em várias espécies de porcos e no hipopótamo. Entre os Ferungulata existem também casos de caninos de crescimento contínuo nos Tragulidae, Moschidae e nos Cervidae (Hydropotes, Muntiacus e Elaphodus). Veja este LINK.
Fora dos Ferungulata, existem os fósseis conhecidos como Thylacosmilus, ao que tudo indica um marsupial predador, que viveu na América do Sul durante o Mioceno e o Plioceno.
Phacochoerus
Babyrousa
LINK 2

quinta-feira, 26 de março de 2015

ARTIODACTYLA - SUICETACEA - Suina + Cetacea

No Link - Vejam os grandes caninos compartilhados pelos porcos e hipopótamos. Animais com uma cabeça enorme e com olhos posicionados bem na parte superior, uma característica de animais aquáticos, que se acentuou nos cetáceos e hipopótamos. No ramo dos Cetacea os caninos não se desenvolveram, são mais reduzidos (plesiomórficos).
Comparison of skulls - Sus and Pakicetus. Note the displacement of the nasal opening.
Hippopotamus skeleton - Pigs and hippos have short-tails.
Archaeotherium mortoni,  pig fossil, a cow-sized predator.


Eu divido os ARTIODACTYLA em 2 subordens:
1) Subordem: SUICETACEA
2) Subordem: RUMINANTIA


SUICETACEA é um novo táxon que estou propondo. Reúne os Cetacea + SUINA (hipopótamos e porcos).

Os SUICETACEA são no geral mais conservadores, ainda que tenham sua própria evolução. O plano básico aqui apresentado (basal model), está baseado em um de seus membros mais conservadores, Indohyus o grupo irmão dos CETACEA. A conformação geral do corpo lembra a estrutura dos Condylarthra, com uma longa cauda, como em nenhum Artiodactyla vivente. Pakicetus (o próximo ramo junto aos CETACEA) também apresenta uma cauda alongada, e tudo indica que também era semi-aquático e caminhava sobre a terra. Esses dois gêneros apresentam as patas dianteiras com 5 dedos e as traseiras com 4. A característica mais distintiva é o crânio robusto e alongado, com grandes mandíbulas e uma caixa craniana projetada dorsalmente para a região posterior, numa espécie de crista paroccipital. O crânio é semelhante ao dos porcos e por extensão ao dos hipopótamos. O nome Indohyus vem dessa semelhança (porco da Índia). Aqui eu o comparo com Porcula (o menor suidae conhecido).

quinta-feira, 12 de março de 2015

A melhor posição para esta filogenia (com SUICETACEA)



Baseado nos graus de transformação (mais conservadores e mais modificados). Podemos dizer que as maiores pressões ambientais (o maior estresse) atuaram na separação ARBOREA-TERRESTRIA. Nessa área apareceram modificações na dentição e no aparelho digestivo. Essas modificações estão nos polos centrais dos dois grupos. O que no início era uma separação ecológica (arborícolas e terrícolas), tornaram-se duas polaridades com semelhanças no centro. Provavelmente essas transformações possam ser correlacionadas com o Final do Eoceno. Apareceram nesse contexto animais de maior porte, como os Condylarthra e os Tubulidentata. Esses animais seriam produtos independentes laterais ao centro em transformação, mas sob uma mesma influência ambiental. Ainda no mesmo polo, central de TERRESTRIA, surgiriam animais de pequeno porte produto de processos pedomórficos. Provavelmente em micro-ambientes periféricos, esse grupo deu origem aos  ( ERINACEOIDEA = Erinaceidae + Soricidae + Talpidae ).

DEVE TER EXISTIDO UMA  FAIXA "GENÉTICA" INTERMEDIÁRIA, QUE DEPOIS DA SEPARAÇÃO FOI ASSIMILADA DE AMBOS OS LADOS, DEIXANDO MARCAS NAS FUTURAS QUEBRAS POPULACIONAIS. Caracteres derivados com relação ao tamanho do corpo, dentes, trato digestivo e apêndices locomotores, apareceram nessa população intermediária, foram herdados pelos dois polos resultantes.  Verdadeiras sinapomorfias.

OS AGENTES PRODUTORES DA QUEBRA SE INTENSIFICARAM E HOUVE CONTINUIDADES INDEPENDENTES, EM AMBOS OS LADOS. Apareceram certas polaridades como o desenvolvimento dos incisivos afetando o desenvolvimento dos caninos, e o contrário. Polaridades geográficas decorrentes de fatores ambientais. 

GRANDES EXTENSÕES DE ÁGUAS, COMO LAGOS ISOLADOS, ILHARAM ANIMAIS DE AMBOS OS GRUPOS. SURGIRAM ADAPTAÇÕES NESSAS ÁREAS CONFINADAS.


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