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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Evolução dos Elementos Carpais - Marsupialia

As principais modificações, feitas no trabalho de Szalay & Sargis 2001, foram : a posição relativa de Dromiciops e a resolução da dúvida em relação a posição de Notoryctes.
Mas foram feitas outras observações.
O posicionamento proposital das figuras auxilia muito na visualização, ordenação das principais linhas e deslocamento das modificações...como fiz com Dromiciops para ressaltar.

Por uma questão de parcimônia temos que assumir que a modificação do magnum ocorreu independentemente em Dromiciops, Dasyuride e Peramelidae, nesses dois últimos se explicaria muito bem como o resultado de uma locomoção terrestre. No caso de Dromiciops foi uma modificação maior que envolveu outros ossos resultando num estreitamento do pulso, talvez permitindo maior mobilidade.
Em Dasyuridae a modificação foi muito sutil, mas resultou num contato entre o unciforme e o escafóide, talvez aumentando a rigidez da pata.
Szalay & Sargis publicaram essas ideias em 2001, eu já havia sugerido as relações filogéneticas de Notoryctes com os Peramelidae em 1991 em minha dissertação de mestrado, mostrando a evolução das patas nos marsupiais.
Este quadro não é simplesmente uma cópia....ele é claro, bem definido, sua disposição é lúcida e didática...e trás importantes mudanças e definições, além de ser atualizado e integrado.

"Uma das características mais significativas é o desenvolvimento do RADIO em Didelphimorfia".

Nos Didelphoidea e nos Dasyuroidea o radio é um osso mais forte e desenvolvido que nos ancestrais asiáticos, que nos Caenolestidae e mais desenvolvido que nos Microbiotheria, ou seja, temos aqui um caráter que só apareceu mais tarde certamente, pois até nos eutheria o radio é menos desenvolvido.
Como Microbiotheria compartilha 3 importantes características com os Didelphimorfia, ou seja, cauda preensil, artelho sem unha e calcanhar modificado, vários caracteres num conjunto integrado (muito forte). Fica mais evidente que os Didelphimorfia formam um grupo monofilético e a questão das facetas fundidas perde força diante do i3 encavalado.
Em associação com esse caráter temos o unciforme que também se desenvolveu mudando o "design" da pata. Portanto, acompanhando as modificações da cauda e do pé na transição de Caenolestidae para os demais marsupiais atuais, houve uma modificação na mão que determinou dois rumos evolutivos. Microbiotheria e Didelphimorfia.

Diante desse quadro acima ficam fortalecidas as posições dos Caenolestidae, dos Microbiotheria e de Notoryctes, pois novas evidencias vêm confirmar essas relações. Isso é importante pois uma filogenia consistente nos permitirá compreender melhor sua história biogeográfica, e consequentemente a história do nosso planeta.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

"Genetic Sharing Schemes" not phylogenies !

Please USE  the correct OUT-GROUP  for Monodelphis.

"THE CORRECT OUT GROUP is Monodelphis domestica" !


Let's change the NAME ?   Molecular Phylogenies are NOT   true PHYLOGENIES !
They are  "Genetic Sharing Schemes.'    I think it's different !
Monodelphis domestica is sister group for all others.
But M. glirina diverged very few.... "similarities" .......not sister-species....
M. glirina is sister for M. brevicaudata.
Monodelphis domestica is "almost' the ancestor itself.
We'll get there !  I believe ! THE SET THEORY  is the way !
Synapomorphy - my concept is : A universally exclusive character
More comprehensive sets contains less comprehensive sets

Hair SET = Mammals.....Mammary glands SET = Mammals ...........Coincident Sets.

RNA SET = LIFE ..............or such...

OK !   don't worry about !